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Fraudes

https://youtu.be/jkTNaWUxeYY

Corrupção e fraude – factores explicativos, mecanismos de controlo e prevenção

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A educação é provavelmente o factor-chave para o sucesso Os estudos criminológicos que procuram conhecer e caracterizar o fenómeno da corrupção (no âmbito da acção dos serviços públicos) e da fraude (no âmbito do acção das entidades privadas), dizem-nos que os actos que lhes correspondem dependem fundamentalmente da conjugação de duas ordens de factores. A vontade do agente, daquele que pratica o acto, e a oportunidade para o fazer, que se desenha no âmbito da sua acção. A prática de um acto delituoso, de corrupção ou de fraude, é assim o resultado da conjugação daqueles dois elementos. É certo que o factor subjectivo (a vontade do agente) se sobrepõe ao factor objectivo (a oportunidade). Mas o delito necessitará sempre da presença de ambos. Por maiores que sejam os índices de motivação do agente para a prática de actos delituosos, ele apenas conseguirá alcançar os seus propósitos (retirar vantagens indevidas das suas funções) se para tanto se lhe depararem oportunidades cuja...

Breve perspetiva Histórica da Fraude

A FrAuDE Para compreendermos um fenómeno é necessário conhecer o seu verdadeiro conceito e situá-lo na sua época histórica, para podermos identificar, corretamente, as suas causas, problemas e soluções. De facto, a fraude foi acompanhando a evolução das sociedades, iniciando-se com simples esquemas e evoluindo, consideravelmente, com a revolução industrial na inglaterra. nesta altura surgiram inúmeras sociedades de capitais e mercantis, com o móbil da maximização do lucro a curto prazo. Por conseguinte, a inteligência e a capacidade visionária eram características decisivas para atingir tais êxitos lícitos. Face ao exposto, os fraudadores tiveram a necessidade de se adaptarem a esta nova corrente tecnológica e informativa, aumentando o nível de criatividade, de modo a melhorar e ajustar os esquemas ilícitos à realidade. breve perspetiva Histórica da Fraude nas últimas...

A importância do Controlo Interno

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Controlo no Sector Público em Portugal - Controlo externo e controlo interno

Controlo no Sector Público em Portugal - Controlo externo e controlo interno A administração dos fundos e dos bens públicos exigem o rigoroso cumprimento dos requisitos legais, sendo incumbido aos organismos de controlo essa verificação. O princípio da legalidade tem tido um papel de primordial importância ao longo dos tempos, estando hoje as organizações confrontadas com a necessidade de acrescentar a esta vertente tradicional outros indicadores indispensáveis ao processo decisório. Torna-se assim fundamental que se complemente o regime legal (princípio da legalidade) com controlos sobre a atuação dos gestores, para poder avaliar se a gestão económica dos recursos públicos (que são escassos) está a ser efetuada de uma forma correta e ajustada. Ou seja, se  está assegurada a gestão desses recursos de forma eficaz, eficiente, económica e equitativa. É precisamente nestes pontos que a atuação dos órgãos de controlo e fiscalização se torna essencial. O controlo externo...